Dê seu grito de independência

Olá amigo (a visitante
Hoje ao fazer uma viagem para Curitiba resolvi aproveitar para ler uns livros e deixar de lado o prazer de apreciar as belezas que cercam a estrada e me dedicar um pouco aos conhecimentos. Porém ao sair da rodoviária um rapaz que estava sentado do outro lado do corredor do ônibus, de 33 anos puxou conversa comigo e eu lhe atendi. Em menos de dez minutos antes que a conversa pegasse um rumo longo, eu pedi licença dando a satisfação de que tinha de ler uns livros. E lá fui para o último banco do ônibus que por ser tão espaçoso, me senti num verdadeiro Escritório-Home, e fui cumprir com o meu propósito.
Ao passar uma meia hora o dito rapaz cujo nome fictício é José, foi lá atrás do ônibus pegar um copo de água e adivinhe, a água estava bem do meu lado. E ele por lá ficou. Tive que lhe dar atenção, já que o mesmo era educado e tinha um vocabulário agradável. Onde quero chegar é que ele foi me contando tantas coisas de sua vida, na parte profissional, que eu percebi que ele é um empreendedor nato, porém até seus 33 anos não havia ainda dado o grito de sua independência. Ele me disse que várias pessoas pensam em abrir algum negócio com ele, pelo perfil e características positivas que ele passa para as pessoas, mas que não abriu ainda por que não tem ninguém que abra o negócio com ele.
Gente, isto aí é o ponto que eu queria chegar!
Quantos de nós temos um espírito empreendedor, mas estamos acorrentados em alguns aspectos:
Comodismo, proteção paterna ou materna (mora com os pais, e estes sempre dizem: “meu filho, ao menos um lugar para você ficar eu te dou” Não que os nossos pais não devam fazer isto, mas nós é que temos que cortar o cordão umbilical e cairmos na vida pelo lado bom e positivo que ela nos oferece).
Veja! O rapaz tinha uma postura de pessoa de negócio, parecia ser centrado, objetivo, conhecedor do que falava e fazia (ramo imobiliário - Gov. Celso Ramos), mas faltava atitude de mudar, coragem de seguir sua vida profissional só, e ainda! Disse-me que várias pessoas diziam a mesma coisa para ele. Ponto Final!
Aí, eu virei para ele e disse: "Caro amigo, ao sair deste ônibus esqueça tudo que conversamos, ok" e ele perguntou porque. Eu lhe expliquei que se várias pessoas já haviam falado sobre este assunto e ele não havia tomado nenhuma atitude ainda, fala sério! Mas, achei melhor ir mais á frente. Perguntei se ele assistia televisão e ele disse que sim, assistia às novelas. Pedi que ele fizesse algo pelo tempo de nossa conversa. Que ao chegar na casa da sua irmã em Curitiba onde passaria uns dias, que ele não assistisse televisão á noite, ao menos por duas horas, e aproveitasse este tempo para ler um livro que continha assunto de uma prova que ele deveria fazer. Ele me prometeu que iria fazer isto, e eu estou com o telefone dele para daqui á uns 15 dias saber como ele esta indo.
E pode deixar, que eu passarei para você meu amigo visitante, tudo que ele me contar, ok.Tenha um grande dia

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